Islândia concentra permissões e muda regras para trabalho e estudo
A reforma de julho unificou a análise de residência e trabalho, ampliou direitos de estudantes e tornou outras etapas mais seletivas.
A reforma de julho unificou a análise de residência e trabalho, ampliou direitos de estudantes e tornou outras etapas mais seletivas.
Mudanças no visto de estudante, no direito ao trabalho e na residência qualificada formam uma estratégia para atrair e reter talentos internacionais.
O país abriu novas ocupações a profissionais estrangeiros, mas o atraso na renovação do IRP já exige medidas temporárias para trabalho e viagens.
A sugestão de voltar ao volume anterior à crise abriu uma disputa em Paris. Governo e presidente afirmam que não existe objetivo numérico para vistos argelinos.
A partir de 1º de outubro, o direito ao trabalho alcança mais contratos e o aluguel na Inglaterra ganha regras digitais atualizadas. O eVisa passa ao centro da rotina.
O EES tornou digital a contagem dos 90 dias no espaço Schengen, mas não se aplica a quem possui visto de longa duração ou autorização de residência.
Colúmbia Britânica e Ilha do Príncipe Eduardo fizeram as maiores rodadas do ano, enquanto Alberta expôs uma disputa desigual entre saúde, tecnologia e áreas rurais.
As Seções Unidas decidiram que a naturalização posterior do pai ou da mãe não retira a cidadania do filho que já nasceu italiano e cidadão de outro país.
As novas tarifas superam 11 mil pesos, enquanto portões biométricos aceleram a entrada de turistas elegíveis. Para brasileiros, há ressalvas importantes.
Viena celebra a redução dos pedidos de asilo, mas os dados nacionais ainda mostram imigração líquida positiva e a via qualificada continua aberta.
Uma votação unânime em Trento pede nova resposta para descendentes de emigrantes, mas ainda não reabre a via especial encerrada em 2010.
Depois da decisão favorável, trânsito em julgado, registro fiscal e transcrição civil ainda separam o requerente do passaporte italiano.